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sábado, 20 de janeiro de 2007
Eli Araujo<BR>Reportagem local 
Ferramenta indispensável nos ambientes de trabalho, a internet é apontada pelos usuários como sinônimo de economia de tempo e dinheiro. E, se os pioneiros no uso do serviço se davam por satisfeitos com o acesso discado, o que se busca hoje é o acesso cada vez mais veloz.
O engenheiro civil Nilton Capucho usa a internet tanto para lazer como no trabalho. Ele implantou a banda larga no escritório há cinco anos. ''A gente tinha a internet discada, mas ficou muito lenta, inviável para trabalhar'', afirma.
Hoje, ele não consegue imaginar a rotina de trabalho sem a nova tecnologia. ''Posso fazer até o preenchimento de uma responsabilidade técnica junto ao Crea pela internet, além de acesso ao banco e outras finalidades comerciais'', justifica. Capucho tem a banda larga de 300 kbytes no escritório, paga cerca de R$ 90,00 por mês, diz que está satisfeito com a prestação do serviço, mas pretende aumentar a velocidade em breve. ''É só uma questão de tempo'', afirma.
A empresária Vânia Leal é sócia de uma agência de turismo e diz que usa a internet para fazer orçamentos, consultas e reservas em hotéis e emitir passagens. ''Hoje, 90% de nosso trabalho depende da internet'', afirma. Tanto é verdade, que além do endereço fixo, a agência ainda instalou outros dois pontos na casa de funcionários que fazem plantão para atendimento fora do horário comercial.
A agência de Vânia usa a internet de 500 kilobytes e o custo mensal é de R$ 438,00, contando os dois pontos extras. Ela diz que atualmente não está satisfeita com o provedor e que pretende resolver o problema com certa urgência. ''O aumento da velocidade é para breve, para já; sem internet não temos como trabalhar'', explica.
A capacidade da internet na casa do administrador de empresas Jaime Ponce é de um megabytes, o dobro da velocidade na loja de suprimentos para informática, onde trabalha. Ele argumenta que tem dois filhos, de 8 e 11 anos, que gostam muito de jogos em rede, daí a necessidade da internet mais potente em casa. No trabalho, Ponce usa o recurso para consultar sites de empresas, acessar lista de preços e esclarecer dúvidas sobre produtos. ''Muitas vezes a pessoa quer saber a utilidade de uma nova mercadoria que chegou à loja e isto só é possível pela internet; não preciso gastar dinheiro com telefone ou outras coisas'', afirma.
O administrador de empresas afirma que está satisfeito com a prestação do serviço de provedor, paga cerca de R$ 200,00 por mês pelo uso em casa e no trabalho, mas pretende aumentar a velocidade da internet na empresa. Ponce diz que usa a internet também como substituta do telefone convencional para manter contatos com parentes no exterior. ''Nós aqui ainda usamos pouco a internet; nos Estados Unidos eles usam muito mais. É de dar inveja mesmo'', compara.
Plano adequado à necessidade
Para o técnico em informática Rodrigo Rossi, o usuário de internet deve adequar a prestação do serviço às suas necessidades, seja para uso doméstico ou comercial. Ele cita que os provedores oferecem planos na banda larga a partir de 150 kilobytes para residências e as empresas geralmente contratam planos mínimos de 500 kilobytes, podendo haver uma disponibilidade bem maior para empresas de médio e grande portes.
Rossi afirma também que a internet discada, via telefone, ainda é bastante usada por usuários residenciais por ser gratuita. Só que a pessoa precisa ter muita paciência porque é grande a dificuldade de conexão, analisa. Já a internet via rádio é mais recomendada para edifícios porque, segundo ele, o mesmo provedor pode atender a vários condôminos, tornando o preço mais acessível.
O técnico sugere que a pessoa analise bem cada plano antes de contratar ou renovar o contrato de prestação de serviços com o provedor, estudando bem qual a sua demanda real. Cada provedor tem suas particularidades em termos de planos, mas o que pesa mesmo é o grau de confiança do cliente, avalia. (E.A.)
Ofertas
Uma rede de supermercados de Londrina está com ofertas de alguns produtos até o próximo dia 27. Veja alguns exemplos:
- Refresco Camp, R$ 0,48 a embalagem com 45 gramas;
- Leite longa vida Elegê, R$ 1,09/litro;
- Arroz Zaeli, R$ 6,89 o pacote com 5/kg
- Creme de leite Líder, R$ 0,72 a embalagem com 200 gramas; e
- Salsicha Sadia a granel, R$ 2,96/kg.


