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quarta-feira, 04 de outubro de 2006
Andréa Bertoldi<br>Equipe da Folha 
Curitiba - A rastreabilidade de alimentos começou a ser debatida no final da década de 90. A formação de blocos econômicos, o desenvolvimento de estudos sobre a saúde pública, o controle regional de algumas doenças geraram o aumento das exigências dos consumidores sobre as informações dos produtos que compram. Com isso, por motivos econômicos, sanitários e políticos, os produtores, países e organizações desenvolveram e praticam os processos de rastreamento para oferecer as informações exigidas e assegurar as suas participações nos mercados interno e externo.
O economista do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Estado do Paraná (Sindicarne-PR), Gustavo Fanaya, disse que a rastreabilidade começou a ser discutida há cerca de 15 anos com o aparecimento da doença da ''vaca louca''.
Segundo ele, para garantir à União Européia que a rastreabilidade é séria, o governo federal criou o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov). ''Atendendo à pressão das empresas certificadoras, o Ministério da Agricultura determinou que todos os bois exportados sejam rastreados'', destacou.
Ele acredita, que no futuro, deve haver exigência de rastreabilidade para os suínos. Na Europa, isso já acontece. Fanaya explica que para outros produtos, como a soja, por exemplo, é exigido outro tipo de sistema, a certificação. (A.B.)
Prazo
Termina em duas semanas o prazo para que as padarias passem a vender o pão francês apenas pelo sistema de peso. Algumas delas permanecem tão indiferentes ao detalhe que parecem nem saber da mudança.
Sem trauma
As padarias que já adotaram o novo sistema, a maioria - aliás, chegaram à conclusão que não há grande diferença entre o sistema de peso e a venda por unidade. Para os consumidores também não houve diferença, exceto a economia de alguns centavos.
Nada infantil
Daqui a uma semana, exatamente, acontece o Dia das Crianças. E os pais devem preparar bem os bolsos para presentear seus filhos. Um laptop está custando entre R$ 100,00 e R$ 200,00; uma câmera digital em torno de R$ 300,00 e uma boneca que fala pode custar até R$ 800,00.
Antecipação
E o Dia das Crianças ainda nem chegou e já tem lojistas anunciando produtos para outra data importante, o Natal.


