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terça-feira, 05 de setembro de 2006
Eli Araujo<BR>Reportagem local 
O consumo de alimentos light é restrito a uma pequena parcela da população. Mas são pessoas que fazem a diferença, não apenas pela fidelidade a produtos com menos teor de gordura, mas também pela preocupação com a saúde e o bem-estar. A variedade de produtos é grande: pães, chocolates, sucos, refrigerantes, biscoitos e queijos, entre outros. Tudo para satisfazer a exigente clientela. E, ao que tudo indica, a opção não é um simples modismo.
A farmacêutica Mariel Okuma consome produtos light de forma preventiva, por uma questão de saúde. ''O meu colesterol está no limite, e consumindo este tipo de produto, ajuda a diminuir os índices (de colesterol)'', afirma. Ela compra pão, creme de leite e requeijão, mas quer ''tudo o que não modifica muito o sabor original'', observa.
A família da comerciante Eunice Reis tem preferência por tudo que é light: refrigerante, leite, margarina e maionese, entre outros. Ela tem dois filhos, de 18 e 21 anos, e garante que não houve problemas com eles em relação ao sabor. ''No começo, a gente estranha um pouco, é superesquisito, mas depois a gente se acostuma e nem percebe mais; agora, o estranho é tomar o outro'', afirma. Eunice diz que na casa dela todos são adeptos dos produtos light por opção: ''A gente acredita que faz bem para a saúde, previne o colesterol e evita o aumento de peso''.
A professora Cristiane Beraldo fez opção pelos produtos light por conta própria. ''Acredito que a comida mais leve e com menos gordura traz bem-estar, uma saúde melhor e evita a gente ter problemas com colesterol alto'', explica. Tudo que ela consome - refrigerante, leite, iogurte, e massas - é light. ''É para controlar as calorias mesmo'', justifica. E Cristiane tem conseguido seus objetivos. Ela fez exames de saúde recentemente, diz que está tudo em ordem, mas faz questão de manter o consumo de alimentos light como forma de prevenção.


