O consumo de suplementos alimentares só são recomendados para as pessoas que, por algum motivo, não conseguem comer de forma adequada ou para atletas ou praticantes de atividades físicas, que precisam suprir as necessidades do organismo. ''Os suplementos podem ajudar a repor nutrientes como vitaminas, minerais, carboidratos e proteínas, mas só devem ser consumidos se estiverem em falta no organismo. Caso contrário, podem fazer mal''.
O alerta é da nutricionista Kátia Tiemi Tookuni, especializada em nutrição e atividade física. Ela explica que, na forma hidrolisada, os suplementos, responsáveis pela reposição de nutrientes, facilitam a absorção e digestão. ''Dependendo do objetivo do atleta, o resultado, como ganho de peso e de massa muscular, é muito rápido''.
Apesar de servir como complemento alimentar, a nutricionista afirma que ainda não existe uma quantidade suficiente de estudos científicos comprovando a eficiência dos produtos. Por causa disso, as pessoas que pretendem consumir suplementos precisam de orientação de um profissional da área.
É o especialista que vai identificar as deficiências nutricionais através de uma avaliação bioquímica, que pode definir as reais necessidades de nutrientes do organismo. ''Os suplementos em excesso podem prejudicar a sáude, afetando órgãos fundamentais para o funcionamento do organismo, como fígado e rins'' .
Em muitas academias da cidade, os suplementos alimentares são vendidos diretamente aos frequentadores com a orientação de professores. Numa delas, o proprietário e professor André Luis Abra orienta os atletas que pretendem ganhar força e aumentar a massa muscular.
''Recomendo o suplemento para as pessoas que fazem um treinamento mais pesado, mas aquelas que se alimentam corretamente não precisam de nada'', reforça o professor, a exemplo da nutricionista.
Os suplementos custam em média R$ 50 (lata de 3 quilos), mas existem pessoas que não chegam nem a levar o produto para casa, como no caso do agente municipal Éverson Ferreira Lima, 28 anos. Frequentador de academia há dois anos, ele consome um energético duas vezes por semana, na própria academia. ''Tomo apenas para repor energia, antes e depois dos exercícios''.
O principal objetivo de Lima não é ganhar massa muscular e sim garantir a saúde, com os exercícios físicos. ''Uso apenas para melhorar o condicionamento, ganhar mais força e disposição. O resultado com o corpo vem aos poucos, sem exageros e principalmente de forma saudável''.
Para o vendedor Leonardo Cereda, 24 anos, que frequenta academia há cinco anos, o suplemento era tomado apenas para repor calorias. ''Hoje, quero ganhar peso e massa muscular''. Com orientação de uma nutricionista, ele consome o produto sem preocupação e está satisfeito com os resultados.
Modelo em São Paulo, Bruno Leonardo, de 22 anos, também consome os suplementos apenas para melhorar o condicionamento físico. Desde os 14 anos ele frequenta academias para garantir a saúde do corpo. ''Tomo um vasodilatador e suplementos de proteínas e aminoácidos que garantem força''.

Preços estáveis
A terça-feira foi um dia de preços estáveis na Ceasa de Londrina, que é um centro atacadista e vende os produtos em caixas. Veja como ficariam os preços de alguns produtos se a comercialização fosse por quilo:
Tomate R$ 0,73;
Chuchu R$ 1,27;
Banana nanica R$ 0,72; e
Laranja pêra R$ 0,48.

Referência
Estes valores servem para o consumidor tomar como referência na hora de conferir as promoções nos supermercados que, em alguns casos, estão abaixo do preço de custo. O chuchu, por exemplo, era vendido a R$ 0,69 o quilo em um supermercado da cidade, enquanto estava em torno
de R$ 2,00 em outros estabelecimentos.

Provedor
Para muitas lojas, ser pai é sinônimo de trabalho. Tanto que esta semana estão com ofertas de materiais para escritório, computadores, furadeiras e outras ferramentas.

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