Suas compras
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terça-feira, 25 de julho de 2006
Eli Araujo<br>Reportagem local 
Uma das principais características do mundo muderno é a falta de tempo. Por isso, há pessoas que estão trocando as refeições rápidas pelos lanches ainda mais rápidos. E quando se fala em praticidade, nada mais fácil do que preparar um pão de leite com salsicha, o que se convencionou chamar de ''cachorro quente''. O lanchinho, como também é conhecido, é muito usado nas festinhas de crianças e no dia-a-dia de milhares de residências.
A fonoaudióloga Andrea de Goes Mattos compra salsichas quase toda semana. Ela estava em um supermercado com a filha Maria Eduarda, de 7 anos, e a amiga Ana Júlia, 6 anos. Andrea confirma que as meninas gostam de salsichas para fazer cachorro quente. E Maria Eduarda completa dizendo que gosta de comer a salsicha pura. Agora, independente da forma de consumo, Andrea faz sempre questão de comprar o produto cuja marca seja de confiança e também é rigorosa ao conferir o prazo de validade. ''É importante a gente observar estes detalhes'', afirma.
Já a professora Luzia Maria de Jesus Alves tem algumas restrições ao embutido e, por isso, garante que seu consumo é apenas esporádico. ''Não compro salsicha com frequência, a minha média é uma vez por mês; a gente compra pouco para variar o cardápio,'', justifica. Luiza tem duas filhas, de 11 e 17 anos, que não gostam muito de salsichas. A professora afirma ainda que evita o consumo maior por saber que o produto contém corantes e desconhecer como a salsicha é feita. Para fazer lanches em casa, Luzia usa alguns tipos de queijos, apresentudo e pão integral.
O estudante Pedro de Faria já foi um consumidor assíduo de salsichas, quando veio para Londrina para estudar Arquitetura. A preferência era preparar a salsicha com molho vermelho e comer com macarrão. O rapaz diz que comeu tanto este prato que hoje está enjoado e, assim, diz que só come salsichas a cada três meses, em média. ''Só quando alguém faz um cachorro quente'', afirma. Pedro garante, entretanto, que o produto é bastante consumido entre os estudantes, pela praticidade.
Nutricionista alerta para risco de obesidade A nutricionista Gisele Centenaro afirma que a salsicha, por ser um produto de grande consumo entre as crianças, pode ser uma das causas da obesidade infantil. Se a criança comer em excesso faz mal, mas se comer só de vez em quando, em uma festinha, não tem problema, explica.
Gisele diz que a salsicha é um embutido de origem animal e, como outros produtos do gênero, é rica em colesterol. Por isso, recomenda que as pessoas tomem cuidado ao ingerir tais alimentos. Como a salsicha tem gordura saturada, a nutricionista diz que o consumo inadequado pode provocar aumento de peso e causar problemas cardíacos.
A gordura não pode ser observada, visualmente, pelo consumidor, porque a salsicha tem uma aparência inofensiva, diz a nutricionista. E este é o grande problema.
De acordo com os fabricantes, a salsicha é preparada com carne de frango mecanicamente separada, gordura suína, carne bovina, proteína isolada de soja, amidos, condimentos e aromas naturais, pimentas, realçador de sabor e o conservante nitrito de sódio, entre outros produtos.(E.A.)
Movimento fraco
O movimento na Ceasa de Londrina está relativamente fraco nos últimos dias. Há pouca oferta de mercadorias, mas o giro também está abaixo das expectativas. Os atacadistas torcem para o tempo melhorar.
Promoções
Uma rede de supermercados de Londrina que faz promoções às terças, estava ontem com os seguintes preços:
Maçã fuji
R$ 1,29 (kg)
Melancia
R$ 0,57 (kg)
Poncan
R$ 0,28 (kg)
Repolho verde
R$ 0,38 (unidade)
Laranja pêra
R$ 0,28 (kg)
Batata monalisa
R$ 0,57 (kg)
Abacaxi
R$ 0,79 (unidade)
Banana maçã
R$ 0,79 (kg)
Banana nanica
R$ 1,39 (kg)
Tomate
R$ 0,99 (kg)
Alface crespa
R$ 0,69 (unidade)


