O disquete já foi um produto indispensável para quem usa o computador no dia-a-dia. Já foi, porque o que está em moda agora é o CD. E assim como telex e o estêncil foram úteis há algum tempo, os disquetes também parecem estar com os dias contados. A sua utilização é cada vez menor. Hoje, a proporção de vendas nas lojas especializadas é dez CDs para um disquete.
O operador de computador Ozires Antônio dos Santos quase não usa mais disquete. ''Para mim, a vantagem do CD é a capacidade; tudo o que gente faz hoje não cabe mais em disquete porque o espaço é muito limitado'', afirma. Outro benefício apontado por ele é que, além do preço acessível, ''você vai em qualquer lugar e a pessoa consegue abrir fácil um CD''.
O contador Hugo Costa Melo usa as três mídias em seu trabalho. ''O disquete, infelizmente, a gente tem que usar para serviços relacionados à Junta Comercial ou Receita Federal; se não fosse isso, não usaria mais disquete'', diz. Já o CD ele usa para fazer backup (liberar espaço no computador), para gravar fotos, arquivos de áudio e vídeo, etc. Mas Hugo prefere mesmo é o DVD, ''porque a capacidade de armazenamento é bem maior''. Ele acredita que em breve deve aparecer algo com mais capacidade que o DVD.
A estudante Fernanda Moraes, por sua vez, usa tanto o disquete quanto o CD. ''O disquete eu só uso para gravar trabalhos da faculdade; o CD é melhor para guardar fotos, gravar músicas que a gente pode escutar no computador ou no disckman; eu acho que o CD é mais versátil, tem mais utilidade'', diz.
Luzia Aparecida da Silva é gerente de uma loja que trabalha com suprimentos para informática. Segundo ela, as vendas de disquetes correspondem atualmente a 10% do total em comparação com o CD e o DVD. Luzia atribui o aumento da procura pelo CD ''por ser uma mídia mais confiável; em um disquete, você transporta o vírus de um equipamento para outro, enquanto o CD elimina totalmente essa condição''.
Outro motivo apontado é o preço. Um disquete virgem custa hoje entre R$ 0,60 e R$ 1,00; um CD entre R$ 0,80 e R$ 1,20; e um DVD custa R$ 2,00, em média. ''Por isso, não compensa mesmo usar o disquete'', afirma Luzia.

Agências só usam CD e DVD
  A utilização de CDs e DVDs faz parte da rotina de trabalho em diversas atividades de prestação de serviços, entre elas as agências de publicidade. A opção pelo uso geralmente está condicionada ao tamanho do arquivo e, por isso, os disquetes praticamente foram abolidos das agências.
  O publicitário Aurélio Dias explica que um disquete tem capacidade de 1,32 megabyte, enquanto um CD tem 700 megas, ou seja, a capacidade de 530 disquetes. O DVD, por sua vez, tem a capacidade de 4 gigabyte, ou seja, quase seis vezes mais que um CD. Segundo o publicitário, ‘‘o DVD deve ser usado para gravar arquivos pesados, tais como campanhas publicitárias completas, livros, ou filmes’’, afirma.
  Dias observa também que antes do CD, as agências usavam o ‘‘zip drive, que é um tipo de disquete com 100 megas, ou seja, equivale a mais ou menos 60 disquetes comuns’’. Hoje, este tipo de recurso não é mais utilizado. Quanto ao disquete, o publicitário diz não se lembrar mais a última vez que utilizou na agência.(E.A.)

Repolho em baixa
A terça-feira foi um dia de pouca oscilação de preços na Ceasa de Londrina. Apenas o repolho teve redução de preços, 25%, passando para R$ 7,50 o saco com 30 quilos.

Promoções
E um supermercado que faz promoções às terças-feiras, estava ontem com os seguintes preços:

- Chuchu
R$ 0,48 o quilo
- Batata monalisa R$ 1,25 o quilo
-Alface crespa
R$ 0,25 a unidade
-Alface lisa
R$ 0,25 a unidade
-Cebola
R$ 0,68 o quilo
-Tomate
R$ 1,19 o quilo
-Cenoura
R$ 0,98 o quilo
-Ovos brancos
R$ 0,99 a dúzia
-Abacaxi havai
R$ 0,99 a unidade
-Banana nanica
R$ 0,99 o quilo
-Laranja pêra
R$ 0,79 o quilo

Originalidade
Algumas empresas costumam lançar produtos similares aos já existentes no mercado, de acordo com o segmento em que atuam e resolvem incluir a palavra ‘‘original’’ em suas embalagens. Para o consumidor menos avisado, fica difícil saber qual produto é verdadeiramente o original.

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