O consumo de queijo está diretamente relacionado à cultura de cada povo, daí ele assumir características diferentes em cada país onde é produzido. O queijo pode ser consumido em porções, lanches, das mais variadas formas na culinária e faz parte dos cardápios nos melhores restaurantes. Tem gente que não consegue viver sem ele, mas há quem prefere ou precisa manter uma certa distância. A pessoa pode gostar ou não, mas é impossível ficar indiferente.
  A dona de casa Patrícia Paulino compra queijos toda semana e prefere o frescal, mussarela e parmesão. Ela usa a mussarela no preparo de pizzas, lasanhas, tortas e assados, e leva em conta que é um produto com alto teor de gordura. ‘‘A gente toma cuidado em relação ao consumo das crianças, mas o meu marido gosta e ele come sem problemas porque faz bastante atividade física’’, afirma.
  A também dona de casa Herana Fadel Marques não sabe se é trauma de infância, mas diz que nunca gostou nem do cheiro nem do sabor de queijos. Mesmo assim, ela compra o produto para os filhos, de 10 e 12 anos, preparar lanches. ‘‘Eles preferem a mussarela em nózinhos e, às vezes, esquentam o queijo no fogo para comer com pão; o meu marido também gosta muito’’. Outros detalhes observados por ela são a marca do produto e o rótulo. ‘‘Eu não gosto daqueles queijos que deixam muito óleo quando você esquenta, mesmo na pizza’’, diz.
  A pedagoga Lúcia Takahashi de Oliveira tem duas filhas, de 11 e 12 anos, que gostam muito de queijos. ‘‘Elas não consomem muito leite e por isso comem mussarela ou queijo branco pela manhã, porque é mais saudável, e à tarde fazem lanche com pão’’, afirma. Lúcia considera que o queijo é interessante para o crescimento, mas diz que toma cuidado para os filhos não consumirem o produto em excesso.
  A nutricionista Clísia Mara Carreira destaca que os queijos são importantes para o desenvolvimento ósseo das crianças e evita a osteoporose na fase adulta. ‘‘Os queijos contém cálcio, que é o principal mineral presente no leite e o cálcio do queijo é de fácil absorção pelo organismo’’, frisa. Além disso, os queijos são ricos em proteinas.
  Clísia diz que há diferenças entre os queijos brancos e os queijos amarelos. Os amarelos têm gordura saturada, que ajudam na formação de colesterol e também grande quantidade de sódio, sendo prejudiciais para os hipertensos. Para evitar problemas, ela sugere que sejam consumidos os queijos magros, tipo os minas frescal, e em pequena quantidade.
  A nutricionista informa que a variedade de queijos é muito grande e, por isso, é sempre importante observar os rótulos. Ela ainda recomenda que haja um cuidado especial com a procedência dos queijos, evitando os de produção artesanal, por haver maior risco de contaminação.

Altas na Ceasa
A queda da temperatura nos últimos dias já reflete nos preços dos hortifruti na Ceasa de Londrina. Só ontem foram registrados aumentos em sete produtos.
Laranja baiana, 25%
R$ 25,00 (caixa/27 kg)
Laranja lima graúda, 29%
R$ 18,00 (caixa/27 kg)
Couve flor grande, 20%
R$ 12,00 (dúzia)
Chuchu de primeira, 53%
R$ 23,00 (caixa/22 kg)
Pepino japonês, 25%
R$ 25,00 (caixa/22 kg)
Vagem, 38%,
R$ 25,00 (caixa/19 kg)
Mexerica minosa, 23%
R$ 16,00 (caixa/ 22 kg)

Sem repasse
As altas na Ceasa não foram repassadas aos supemercados pelo menos até ontem. Em um estabelecimento que faz promoções no meio de semana, os preços de alguns produtos são os seguintes:
Batata monalisa
R$ 0,69/kg
Cebola nacional
R$ 0,45/kg
Tomate
R$ 0,75/kg
Chuchu
R$ 1,18/kg

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