O presidente do Banestado, Reinhold Stephanes, espera para hoje a liberação dos recursos do Banco Central para sanear a instituição financeira paranaense. ‘‘Não há mais nenhuma razão para não liberar os recursos’’, afirmou. Há mais de um mês, Stephanes e diretores do banco têm alimentado expectativas quanto ao repasse dos R$ 4,5 bilhões do Banco Central.
Stephanes justificou o atraso como culpa do excesso de burocracia e detalhes impostos pelo governo federal. Ele avaliou ainda que a troca da presidência do Banco Central e a aprovação do nome de Armínio Fraga para a função contribuíram para que a novela se arrastasse, gerando expectativa em todo o governo. Diante do curto espaço de tempo para a privatização, Stephanes negociará uma prorrogação no prazo para a venda do banco à iniciativa privada.
Quanto ao Banco Del Paraná, o edital de venda das ações que pertencem ao Banestado será publicado até o final do mês. O banco foi avaliado em US$ 15 milhões pela Ernst&Young.

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