Paulo WolfgangOportunidadeZangrandi descobriu o negócio na Itália, ao ver uma publicação, e imediatamente trouxe o VaporettoVira notícia quem ganha dinheiro da noite para o dia, por sorte ou por uma dessas brincadeiras do destino, ou contando com essas duas coisas. Se for alguém que sempre procurou ‘‘aquela’’ oportunidade de ganhar dinheiro, o espaço para a notícia é ainda maior.
João Zangrandi, ou o ‘‘Sr. Vaporetto’’, como está sendo chamado, já foi entrevistado por grandes jornais e revistas do País. Ele faz parte de um grupo seleto, emergente, formado por pessoas que lutaram por um ideal e até tiveram sorte, ou um empurrão do destino - mas se destacam pela sensibilidade de saber que aquele é o momento. O negócio é esse!
Zangrandi, 36 anos, estava na Itália do avô em 1992 quando viu na capa de uma revista a figura fantástica de Franco Polti, o homem que, partindo de um investimento de US$ 1 mil, montou a indústria Polti, faturou US$ 10 milhões em 89 e três anos depois, US$ 200 milhões. Zangrandi, que estava há cinco anos na Itália trabalhando até como garçom, entrou imediatamente em contato com Polti.
No início de 93, ainda sem dinheiro, ele voltou para lançar no Brasil o carro-chefe da Polti, o Vaporetto - eletrodoméstico que limpa tudo com vapor, sem exigir esforço físico e sem usar produtos químicos. Já sócio de Polti com 40% de participação na indústria de Araras (SP), inaugurada no final do ano passado, Zangrandi deve faturar US$ 140 milhões em 97. Quase o dobro do volume de 96. E diz ele que ainda não consegue atender nem metade da demanda de 80 mil unidades/mês. O produto custa em média R$ 500 no mercado nacional.
Zangrandi esteve ontem em Londrina para contar a sua experiência, a convite da seccional da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil).

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