O grupo Sonae estuda a possibilidade de instalar, até o final do ano, um novo supermercado em Londrina, segundo o presidente da empresa, José Baeta Tomás. Ele participou ontem da reinauguração das duas unidades londrinenses, os antigos Muffatão, que reabrem hoje para o público com o nome Mercadorama. Anteontem, ele esteve em Umuarama e Cascavel.
Tomás está procurando um terreno para a implantação da terceira unidade, que poderá ser um supermercado Mercadorama ou um Hipermercado Big – as duas marcas utilizadas pelo grupo no Paraná. ‘‘Mas isso vai depender do potencial de consumo da região escolhida em Londrina’’, revelou.
Neste ano, o Sonae pretende investir R$ 200 milhões em reformas de lojas e instalação de novas unidades. Além de Londrina, uma outra loja deve ser aberta em Curitiba. ‘‘Também vamos abrir duas lojas no Rio Grande do Sul e várias em São Paulo’’, disse Tomás. O Sonae tem atualmente 169 lojas no Brasil, empregando 23 mil funcionários. Até dezembro, serão 185 lojas e 26 mil empregados. ‘‘No Paraná, são 40 unidades’’.
Dono de várias redes supermercadistas, o grupo resolveu adotar a estratégia de racionalizar suas marcas. Para isso, fez uma pequisa junto ao consumidor a fim de descobrir quais os nomes de maior identificação com a clientela.
Cada loja Mercadorama tem cerca de 20 mil itens, sendo 300 produtos com marca própria. Nos próximos meses, haverá ofertas e preços especiais.
Em Umuarama, a rede inagurou a sua filial adotando também o nome ‘‘Mercadorama’’ em lugar de ‘‘Muffatão’’. Para marcar a chegada oficial do grupo na cidade, um almoço reuniu o presidente do grupo Sonae no Brasil, José Baeta Tomaz, o presidente do Grupo Muffatão, Pedro Muffato de Cascavel, o prefeito de Umuarama, Fernando Scanavaca (PPB), vereadores e autoridades da região. Maior grupo empresarial de Portugual, o Sonae é dono das redes de supermercados Mercadorama e Coletão no Paraná e das redes Extra-Econômico e Rede Nacional no Rio Grande do Sul. A filial de Umuarama gera 126 empregos. Tomaz disse ainda que a empresa vai prestigiar o município, dando preferência para os fornecedores (fabricantes e agricultores) locais. (Colaborou Vânia Moreira, de Umuarama)

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