Apesar das sucessivas altas no mercado internacional (na última quinta-feira
a Bolsa de Chicago bateu recorde fechando a US$ 6,22/bushel nos contratos de maio), o mercado interno da soja reserva longo período de apatia até que o câmbio resolva reagir. Mas esta reação não deve ocorrer antes de junho porque os indicadores econômicos e políticos apontam uma boa fase da economia brasileira. Os analistas estão prevendo que ninguém vai oferecer soja num momento como este, a não ser raras exceções de contratos descobertos ou dívidas que não foram renegociadas. O setor de maneira geral está bem capitalizado. Analistas de mercado estão prevendo pressão do setor exportador, a partir de meados de maio, para que o Banco Central entre no mercado comprando dólares e provocando aumento da moeda norte-americana.

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