Fomentar qualquer tipo de ação, a exemplo da integração Lavoura, Pecuária e Floresta (iLPF), necessita de muitos investimentos em pessoas e em tecnologia. Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da Abag, afirma que os recursos destinados ao segmento são muito pequenos. Para ele, falta dar mais força às instituições e órgãos de pesquisas. Segundo Carvalho, as políticas públicas não contemplam esse setor. "Temos potencial tecnológico, mas necessitamos de inclusão", observa.
Para o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antonio Lopes, o Brasil já fez uma transformação extraordinária em relação ao uso de tecnologia no campo. "Contudo, é preciso investir em empresas e entidades ligadas à pesquisa para dinamizar o processo", destaca. Ele salienta que é necessário gente preparada para trabalhar na nova agropecuária tecnológica, o que também é um desafio. Lopes propõe que toda a tecnologia seja compartilhada, com instituições de pesquisas públicas e privadas, aliadas às universidades e escolas técnicas. (R.M.)

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