Diretores do Sindicato da Indústria da Construção Civil - Sinduscon-Norte/PR têm audiência marcada hoje com o prefeito de Londrina, Antonio Belinati, para solicitar o apoio do poder público para que o setor possa participar, mais significativamente, nos projetos de construções das novas unidades industriais que vão se instalar na cidade.
Reunindo dados que demonstram que o volume da produção local é gerador de novas riquezas e amplia o mercado de trabalho no município, gerando empregos e receita em tributos, o presidente do Sinduscon-Norte/PR, engenheiro Atsushi Yoshii, preparou também um dossiê sobre o mercado da construção em Londrina, nos últimos três anos, que respalda a reivindicação.
Falando em nome das empresas associadas - só em Londrina são 77 construtoras ligadas ao Sinduscon, que tem como área de atuação 27 municípios das regiões Norte e Norte Pioneiro -, o presidente do Sinduscon argumenta que ‘‘as construtoras locais, em igualdade de condições com as de outros Estados, e detentoras de qualidade e domínio tecnológico, supririam a demanda e necessidades construtivas das novas unidades fabris ora em estudos de implantação em nosso município’’.
‘‘Além de fontes geradoras imediatas de recursos financeiros, principalmente em impostos municipais, a parceria e negociação com construtoras londrinenses e as indústrias de fora possibilitaria também significativo aumento da oferta imediata de empregos’’, comenta Yoshii. O presidente do Sinduscon diz ainda que a iniciativa, ou seja, a busca por mecanismos que conciliem os interesses público e privado, possibilitaria o efeito multiplicador dos benefícios sociais e econômicos para a economia londrinense.
Participam da audiência, além do presidente da entidade e cinco diretores, também o presidente da Codel, Alex Canziani - principal articular nas negociações para a expansão e crescimento do processo de industrialização em Londrina.

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