Sindicato quer fiscalização para cumprimento do preço mínimo do frete
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 05 de setembro de 2018
Luís Fernando Wiltemburg<br>Reportagem Local 

O presidente do Sindicam (Sindicato dos Caminhoneiros de Londrina), Carlos Dellarosa, disse que estuda medidas para garantir o cumprimento da nova tabela de fretes publicada nesta quarta-feira (5), no DOU (Diário Oficial da União). De acordo com ele, o reajuste no valor mínimo a ser pago pelos serviços de transporte rodoviário compensam alta no diesel e afastam qualquer boato sobre nova paralisação da categoria.
O reajuste da tabela de frete mínimo para transportes rodoviários saiu como forma de compensar o aumento no valor do diesel, que deve chegar a 13%. Já a média de aumento dos fretes ficou na casa dos 5%.
Dellarosa não quis comentar as vantagens e desvantagens da nova tabela, por não ter feito os cálculos sobre os valores publicados, mas diz que caberá ao sindicato e aos motoristas exigirem o cumprimento. "Vamos estudar um jeito de agir e autuar quem não cumprir. Talvez com a Receita Estadual ou junto com a delegacia, para irmos para cima e cobrarmos o preço mínimo por quilômetro rodado", afirma.
Ainda de acordo com ele, mensagens compartilhadas por redes sociais sobre suposta paralisação da categoria a partir da próxima semana não passam de boatos e que não há qualquer movimento na área de atuação do Sindicam. "Não haverá paralisação nenhuma. Não tem motivo, até porque a tabela do frete compensa o aumento do diesel", ressalta.


