Em visita à FOLHA, os diretores da entidade Rogério Souza Monteiro, Laércio Jovial e Geraldo Sapateiro
Em visita à FOLHA, os diretores da entidade Rogério Souza Monteiro, Laércio Jovial e Geraldo Sapateiro | Foto: Gina Mardones



Lutar pela desburocratização de processos na Prefeitura é um dos principais compromissos da nova diretoria do Sindicato dos Contabilistas de Londrina (Sincolon), que toma posse no próximo dia 17. O presidente reeleito, Geraldo Sapateiro, explica que a abertura de empresas na cidade tornou-se mais ágil após a implantação do Empresa Fácil. Mas ainda há muito que avançar nesta área.

"Se for uma empresa de baixo impacto, em uma semana ela está aberta", conta Sapateiro. O problema é se o empreendimento depender de um aval da Vigilância Sanitária, como um restaurante ou uma padaria. "Aí leva mais de 60 dias para sair o alvará definitivo. A gente abre com o alvará precário, que vale por 60 dias. Mas passa esse período e o definitivo ainda não ficou pronto", explica

Quando o empreendimento necessita de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), segundo o Sincolon, a abertura não leva menos de seis meses. "E tem coisas que são difíceis de entender. A lei exige EIV para estacionamento. Mas é contraditório porque o estacionamento serve para diminuir o impacto do tráfego e não para gerar tráfego."

Os diretores do Sincolon, que nesta segunda-feira se reúnem com o prefeito Marcelo Belinati (PP) para discutir o assunto, sugerem, por exemplo, que seja centralizado em um único local os protocolos das diversas licenças. Hoje, os contabilistas precisam percorrer Prefeitura, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Corpo de Bombeiros.

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