Sinais de aquecimento no mercado doméstico
Os bens de consumo não duráveis registraram aumento na produção de 1,7% em maio ante abril e de 0,9% ante maio do ano passado. A avaliação de desempenho em período mais longo indica também uma tendência de recuperação. No trimestre encerrado em maio, a produção do setor foi 0,5% acima do trimestre terminado em abril, segundo o índice de média móvel trimestral.
Na comparação com abril, como sinal de aquecimento do mercado doméstico, apresentaram aumento da produção em maio segmentos como calçados e couros (8%) e indústria farmacêutica (4,1%). Além disso, nessa comparação houve expansão em todas as categorias de uso pesquisadas: bens de capital (3,7%); bens intermediários (1,7%); bens de consumo duráveis (3,2%) e os já citados não duráveis. No confronto com maio do ano passado, também houve expansão generalizada: bens de capital (26%); bens intermediários (6,7%); bens de consumo duráveis (23,4%); e bens de consumo não duráveis (0,9%). (AE)





