Apesar de ter sido criado para gerar benefícios fiscais às empresas com faturamento igual ou menor que R$ 3,6 milhões, nem sempre o Simples Nacional é a melhor opção para os empresários que se enquadram neste requisito, diz o diretor do Sincolon, Jonathas Oliveira. "Na maioria das vezes é mais vantajoso, mas para determinadas atividades e segmentos pode não ser. Principalmente para quem hoje compra de fora do Estado, essa tributação começou a pesar no Simples e está fazendo a diferença no custo final. A partir de 2012, tanto o governo federal quanto o estadual começaram a penalizar empresas do Simples. Antes, não tinha substituição tributária para Simples Nacional. Hoje tem. Não tinha diferencial de alíquota, está começando a ter a partir de 2015 e 2016. Uma das grandes vantagens do simples é para empresa que tem bastante funcionário com faturamento baixo", explica. (M.F.C.)

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