Na opinião do economista e professor da UEL, Renato Pianowiski, de maneira geral, a melhor solução para aqueles que não possuem recurso suficiente é a adesão ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH) que, hoje, utiliza o Sistema de Amortização de Crédito (Sacre) e captação no FGTS, poupança e letras.
  ‘‘São fontes de juro baixo, devido ao subsídio do governo, e, portanto, sofrem menos impacto com possíveis oscilações da inflação comparadas a outros índices econômicos’’, justificou.
  Para os bancos, essa
também é uma opção interessante porque as instituições serão proprietárias dos imóveis até que o mutuário quite sua dívida. ‘‘Caso ele deixe de pagar três parcelas consecutivas, o banco pode – legalmente – retomar o imóvel a qualquer momento enquanto discute-se o problema na Justiça’’, completou Luiz Alberto Copetti, presidente da Associação
Nacional dos Mutuários do Paraná.(B.R.)

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