Praia Grande – Aumentar as exportações de vestuários e produtos têxteis de US$ 1,4 bilhão para U$ 4 bilhões em cinco anos e combater as importações que caracterizam prática ilegal de comércio são as principais metas do setor, afirmou ontem o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Paulo Skaf. Ele participou da abertura do I Congresso Estadual de Trabalhadores Têxteis e defendeu uma parceria entre patrões e empregados para atingir as metas propostas.
Skaf disse que as exportações de produtos têxteis e de vestuário atingiram US$ 300 milhões no ano passado. ‘‘Num mercado de US$ 200 bilhões, nossas exportações representam 0,14%.’’ Em sua análise, ‘‘por um lado, essa realidade entristece, mas por outro representa um estímulo para desenvolver as vendas externas’’.
Ele afirmou que China e Hong Kong exportam anualmente US$ 60 bilhões, enquanto cinco países da América Central remetem só para os Estados Unidos U$ 9 bilhões anuais em vestuário. O presidente da Abit destacou que ‘‘é preciso parar de brigar com os principais clientes, como os Estados Unidos, e procurar fazer bons acordos para conquistar esses mercados’’. Ele defendeu também a abertura de mercados nos países da União Européia.

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