O Núcleo de Excelência em Tecnologia da Informação de Maringá tem uma previsão otimista para o segmento nos próximos quatro anos. ''A nossa pretensão é ampliar o mercado local para os mercados regional, nacional e inclusive o internacional. Nós fizemos um planejamento estratégico do setor e a gente tem a expectativa de exportar cerca de 100 milhões até 2011'', afirma o empresário Sérgio Yamada.
Outro motivo que ele aponta para tanto otimismo é a ''ausência'' de fronteiras quando se trabalha com tecnologia. ''O software tem uma característica importante que é não ter problemas de logística tão grandes quanto outros produtos; nós não temos uma limitação geográfica. A logística do software é muito fácil, muito simples e você pode distribuir seu produto pela internet para qualquer lugar, inclusive para outros países''.
O presidente da Nexti argumenta também que a cidade demonstra grande vocação para a área tecnológica. ''A gente tem que aproveitar esse diferencial e reforçar essa competência que existe em Maringá em termos de produção de software. Nós temos muitos talentos e muitas empresas com competência acima da média e que são líderes do segmento em suas respectivas áreas de atuação, o que é uma condição ímpar para desenvolvver um trabalho bastante frutífero''.
Yamada avalia que o segmento da tecnologia da informação ''ainda está em fase inicial na maior parte do País'' e considera que Maringá se encontra em um ''nível intermediário'' atualmente, mas com algumas vantagens em relação a outros centros. ''A cidade é dos maiores centros de formação de mão-de-obra na área de tecnologia da informação. Outra vantagem, é a sua agilidade em termos de articulação. E isto pode representar, quanto a resultados, um diferencial extremamente positivo''.(E.A.)

mockup