Setor de brindes investe em marketing virtual para driblar a crise
Outro segmento que, geralmente, é bastante procurado no final do ano é o de brindes. A empresa Brindes Mil, de Curitiba, espera ter um movimento igual ao de 2014 neste fim de ano. Segundo o proprietário Guilherme de Souza Santos, neste ano não estão vindo pedidos grandes como em anos anteriores.
A empresa dele oferece cerca de 300 tipos de brindes. Mas, o carro-chefe no Natal é a caneta. No entanto, há clientes que encomendam produtos com valor agregado maior como pen drive e garrafas de água. Uma das formas de tentar minimizar a crise, segundo ele, foi investir em marketing e publicidade na internet.
Para a empresa Viral Brindes a previsão é diferente. A expectativa do proprietário Rodrigo Marcelo da Silva é ter um crescimento de vendas de 30% em dezembro em relação ao mesmo mês do ano passado. Isso porque, entre os clientes, há grandes empresas. "Os clientes não deixaram de comprar, só estão comprando um pouco menos", disse. A empresa vende brindes que vão de canetas a cadeiras de praia.
Segundo ele, neste ano, as empresas estão escolhendo brindes com valor agregado maior para presentear os clientes mais importantes. "Investimos em mídia digital", disse. O brinde que ele mais vende é a caneta, mas também são procurados agendas e blocos de anotação. A procura por brindes começa em outubro e vai até a primeira quinzena de dezembro.
Silva contou que os itens importados tiveram cerca de 30% de aumento com a alta do dólar. Entre os produtos que são trazidos de outros países estão canetas, pen drive, faqueiros, abridores de garrafa, calculadoras e chaveiros. A empresa oferece hoje cerca de 2 mil itens. (A.B.)





