Votaram a favor da privatização os vereadores Adalberto Pereira da Silva e Carlos Eduardo Santa Rosa (PFL); Alvair Avelino de Souza e Luiz Carlos Tamarozzi (PL); Antenor Ribeiro da Silva Júnior (PPB); Carlos Sigueru Kita e Flávio Anselmo Vedoato (PTB); Célio Guergoletto e Osvaldo Bergamin Sobrinho (PMDB); Moyses Leônidas, Jorge Scaff e Orlando Soares Proença (PDT); Renato Silvestre de Araújo (PPB); Roberto Ávila Scaff (PSDB); Valdemir de Araújo Carneiro (PMN) e Sidney de Souza (PST).
Foram contrários à venda da Sercomtel os vereadores Antonio Negmar Ursi (PT); Elza Correia (sem partido); Salvador Francisco (PSDB); Tercílio Luiz Turini e Roberto Kanashiro (PSDB).
A votação foi a mais longa da Câmara nos últimos quatro anos. Começou às 14 horas e a discussão do projeto de privatização da Sercomtel só foi iniciada às 17h30. Depois da votação e aprovação, os vereadores ainda continuaram discutindo outros assuntos da pauta. A sessão de ontem foi suspensa cinco vezes, totalizando mais de cinco horas de recesso. Durante as quase doze horas de sessão, foram consumidas dez pizzas, dez litros de refrigerantes e 60 litros de café. No total, foram gravadas seis fitas de 60 minutos cada com os registros da sessão.
A lei de privatização da Sercomtel deverá ser sancionada pelo prefeito Antonio Belinati ainda hoje. (Cláudia Lopes)

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