A londrinense Softcenter está há 27 anos no mercado e tem clientes em 21 estados do País. Segundo o sócio-proprietário Carlos Kasuya, 2014 foi o mais fraco desde 2008, quando houve a crise internacional. No entanto, o fato dos softwares terem se tornado essenciais fez com que os clientes poupassem o setor na hora de cortar investimentos. "O forte da nossa empresa são os softwares de transportes de cargas, de logística, um setor que vive um momento apertado em virtude dos indicadores macroeconômicos - um reflexo da queda na indústria; mas o setor de TI se tornou importantíssimo para as empresas", relata.
Por isso, o negócio vai bem e com planos de alto crescimento. Os softwares da Softcenter ajudam a controlar desde a armazenagem dos produtos até a frota. "Desde a hora em que a carga é entregue para fazer o transporte até o momento em que chega às suas mãos, nosso software está integrado, para que a transportadora possa acompanhar tudo", explica.
Kasuya diz que o setor de TI muda rapidamente, por isso o planejamento realizado pela empresa no início do ano é constantemente revisto. "Se ficar em cima dele o ano todo você corre o risco de seguir no rumo errado", diz. Kasuya relembra que a empresa foi criada durante o advento da microinformática. Até então, as máquinas eram enormes e só para grandes empresas. "A micro veio com aquela ideia de que as pequenas empresas poderiam ser computadorizadas", conta. Segundo ele, o negócio mudou completamente em quase 30 anos e para permanecer no mercado foi necessário renovação. (C.F.)

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