Curitiba – Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o incentivo maior para a venda de aparelhos de celular não deve representar piora no serviço. ''Achamos que estamos fazendo a coisa certa. As empresas têm que 'se virar nos 30' para fazer a parte delas'', afirmou.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que está acompanhando a qualidade do serviço como sempre fez, mas que não há nada específico em relação à desoneração dos smartphones. No ano passado, as empresas tiveram que apresentar um plano de investimentos na melhoria dos serviços de celulares que será implantado até julho de 2014. O último relatório das companhias sobre o assunto foi publicado em fevereiro e foi referente ao período de setembro a novembro de 2012. O próximo relatório, segundo a Anatel, está em fase de conclusão.

Balanço
Hoje, o Brasil conta com 65 milhões de smartphones, segundo o governo federal. Antes da medida, a previsão era chegar a 130 milhões de smartphones até o fim de 2014. ''Agora vai ser muito mais'', disse o secretário de telecomunicações do ministério, Maximiliano Martinhão. No ano passado, os smartphones responderam por 27% das vendas de celulares no Brasil e, neste ano, este percentual deve chegar a 44%. (A.B.)

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