O produtor Alberto Pelizaro, de Cambé, ficou impedido de plantar milho numa área de 35 alqueires por falta de vistoria por parte dos peritos recomendados pela Cosesp. Ele disse que teve 100% de perda nas lavouras de milho safrinha que havia plantado na área e até agora os restos de cultura estão lá, sem que possa remover para plantar novas culturas.
Segundo Pelizaro, foi feita uma primeira vistoria, mas como o valor de sua indenização é alto, R$ 21 mil, a empresa disse que a liberação da área estava condicionada a uma segunda vistoria, o que não aconteceu, segundo o agricultor. A Cosesp alegou excesso de serviço.
Pelizaro afirmou que pagou em torno de R$ 2,4 mil em taxas de seguro e está revoltado com a demora do pagamento da indenização. Agora pretende plantar soja no mês que vem e espera que até lá, a área seja liberada. O agricultor criticou o fato de fazer o seguro para se proteger e mesmo assim ficou devedor no banco ((V.C).

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