A liberação do curralzinho, como é conhecido o confisco, faria os bancos perderem de cara mais da metade dos depósitos que atualmente detêm. Mais de 52% dos argentinos correriam para os bancos para sacar seus depósitos que estão bloqueados e não voltariam a colocá-los em instituições financeiras tão cedo. É o que mostra pesquisa realizada por uma das maiores consultorias do país, a Fundação Mercado.
Apenas 14,3% das pessoas consultadas pela consultoria na semana passada deixariam seus depósitos nos bancos se o curralzinho chegasse ao fim. Dos que mostraram não ter dúvidas de que sacariam seus depósitos, 54% converteriam economias recuperadas para dólares. ‘‘A suspensão imediata do curralzinho não é uma possibilidade sustentável, porque significaria a quebra imediata do sistema financeiro argentino e a perda das economias da população’’, diz a pesquisa.

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