Sem acordo greve de operários de obras da refinaria
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Andréa Bertoldi<br>Equipe da Folha 
Curitiba Os trabalhadores que atuam nas obras de ampliação e na manutenção da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e da Fosfértil, em Araucária, não conseguiram avançar nas negociações salariais com as empreiteiras pelas quais foram contratados. Ficou marcada uma nova reunião para a próxima terça-feira de manhã, em Curitiba. Ontem, a greve de cerca de 10 mil funcionários entrou no quarto dia.
Os empregados são contratados por 31 empresas e consórcios e apontam como principais problemas a insatisfação com os salários somada à disparidade de direitos e benefícios. A greve foi motivada pela falta de negociação com as empreiteiras, segundo o presidente da CUT-PR, Roni Anderson Barbosa.
Os trabalhadores querem a unificação do piso salarial em R$ 897,60, reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 20% de aumento real, melhores condições de trabalho, plano de saúde, cesta básica, horas extras com adicional de 100% e 200%, adicional de periculosidade de 30%, ajuda de custo de R$ 450,00, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) unificada, entre outras reivindicações.


