O presidente da Faep, disse ontem que no Paraná a securitização só atingiu 30% dos 400 mil agricultores endividados. É que muitos não tinham dívidas com bancos para renegociar. Seus compromissos eram com fornecedores. ‘‘Muitas dessas pessoas foram expulsas do setor pela globalização’’, disse. Lembrou que os produtores que não conseguiram crédito foram penalizados com taxas de juros de cheque especial enquanto produtos concorrentes entraram no País com taxas de crédito internacional e prazos generosos. ‘‘Acabamos de ver, em Cingapura, na Organização Mundial do Comércio, que cada país trata de proteger seus produtores. Diante de ‘‘tantas evidências’’, Ágide defende a adoção de medidas protecionistas para produtos brasileiros, a exemplo do que o próprio governo faz para os industrializados.

mockup