Seab diz que barreiras existem
O núcleo da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab), de Maringá, informa que naquela região foram mantidas barreiras sanitárias desde ''o primeiro momento'' em que foi levantada suspeita de ocorrência de febre aftosa em Maringá, no dia 21 de outubro. Segundo o chefe do núcleo, Renato Cardoso Machado, quando a área de risco sanitário foi reduzida de 25 para 10 quilômetros as barreiras passaram a funcionar de forma volante porque há vários acessos à Fazenda Cesumar, considerada suspeita de aftosa. Na segunda-feira, alguns pecuaristas disseram à Folha que não há mais barreiras instaladas próximas as suas propriedades.
De acordo com Machado, as barreiras funcionam diariamente das 8 às 19 horas e há uma equipe de 20 pessoas envolvidas permanentemente nas barreiras. ''Fazemos um trabalho de vigilância e é importante trabalhar com maior flexibilização até por causa do fator surpresa'', disse. Ele admitiu que as barreiras podem não estar montadas pontualmente às 8 horas porque, às vezes, os técnicos vêm de outros municípios e podem atrasar.(F.M.)





