Porto Alegre - Para erradicar um novo foco de Aujeszky detectado em Descanso, no oeste catarinense, serão abatidos 1.058 animais na propriedade infectada incluindo 365 matrizes , informou o gerente estadual de Defesa Sanitária Animal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Claudinei Martins.
A propriedade foi interditada no dia 2 de agosto, quando os exames clínicos apontaram a presença da doença. Os técnicos coletaram amostras para confirmar o diagnóstico em laboratório. O proprietário será indenizado por um fundo privado, com contribuições de criadores e indústrias. A propriedade atingida precisa ficar sem animais por 30 dias depois de registrar o foco, disse o técnico.
Martins observou que o combate à doença está na etapa de vigilância ativa em Santa Catarina. Nesta fase, são realizados testes sorológicos no rebanho. A vacinação é feita de forma seletiva nas áreas de risco, explicou. O Estado tem menos de 1% de prevalência de Aujeszky, conforme sorologia realizada no ano passado.

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