Curitiba - O estado com maior número de vagas a serem criadas é São Paulo com 30,5% do total, seguido do Rio de Janeiro com 21,5% por abrigarem a abertura e o encerramento do Mundial. Estes dois estados também têm os maiores salários médios com R$ 1.343 e R$ 1.323, respectivamente. No Paraná, a média salarial deve ser de R$ 1.076.
O economista da CNC, Fabio Bentes, acredita que, o setor de turismo terá que ‘’enxugar’’ vagas ao final da Copa. Ele não tinha uma estimativa do percentual de trabalhadores que podem ser efetivados. Acredita ainda que a Copa vai deixar para o setor consequências positivas em termos de exposição de novos destinos turísticos.
O consultor econômico da Associação Comercial do Paraná (ACP), Claudio Shimoyama, disse que uma pesquisa realizada pela DataCenso para a ACP mostrou que 62% dos estabelecimentos ligados à Copa acreditam que terão aumento de vendas. Segundo ele, uma parte tem quadro suficiente de funcionários e a outra vai contratar.
O presidente da regional Paraná da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Luciano Bartolomeu, alertou que hoje existe uma defasagem de mão de obra de 15% a 20% no setor. Por isso, a entidade está treinando 90 bartenders e 90 garçons e ele acredita que quase todos eles serão empregados para a Copa. Mesmo assim, ele prevê que o setor trabalhe no limite de funcionários durante o Mundial. A carência maior é por vagas de gerente, cozinheiro, auxiliar de cozinha, garçom e bartender. (A.B.)

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