Em agosto do ano passado, a Acil se juntou à Sandoz para pressionar a Vigilância Sanitária a instalar um posto em Londrina. À época, o gerente de supply chain da fábrica, Alessandro Riquetti, disse à FOLHA que tinha uma demanda de 750 toneladas de insumos importados ao ano. E que gostaria de utilizar o Teca da cidade.
A indústria de medicamentos com sede em Cambé avaliava que, no terminal da Infraero, teria custos logísticos menores do que nos demais aeroportos. "(No Teca de Londrina), temos condições de liberar mais rapidamente os processos de importação, disponibilizando de maneira mais rápida os materiais para uso na produção e entrega aos nossos clientes", afirmou Riquetti.
Procurada pela reportagem na última sexta-feira, a indústria disse, por meio da assessoria de imprensa, que estuda alternativas para movimentar suas cargas internacionais. "Como não houve mudanças no processo do Teca, a empresa passou a estudar outras alternativas de transporte que estão sob avaliação final e mostram-se como possibilidades viáveis para as nossas exportações com custos e prazos competitivos", diz a nota enviada à FOLHA. (N.B.)

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