Curitiba - Cleber Salazar está preso desde 9 de janeiro e a Justiça negou o pedido de habeas corpus no dia 12 de janeiro. O alvará de funcionamento da Power Bombas venceu na última sexta-feira e não foi renovado. A prisão temporária dele venceu na última sexta-feira e a prorrogação da prisão vence amanhã. Até lá, a polícia vai reunir tudo o que tem para solicitar a prisão preventiva do suspeito.
A polícia continua ainda o trabalho de análise dos computadores e de documentações de Salazar. Ele pode responder por crime de formação de quadrilha e estelionato.
A repercussão sobre a fraude em postos de combustíveis chegou à Câmara de Curitiba. Os vereadores querem criar uma Comissão Parlamentar (CPI) para investigar as denuncias.
Salazar oferecia aos donos de postos um dispositivo remoto para controlar a vazão do combustível nas bombas e, com isso, fornecer menos litros do que o apontado no visor. Ele seria a pessoa que estaria comercializando o equipamento na Capital. (A.B.)

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