Saída é plantar tipos que atendam exportação
Uma saída para o feijão é o mercado externo. O corretor Marcelo Luders sustenta que as tradings compram feijão de qualidade para atender os mercados da América Central, África e Oriente Médio.
O produtor deve plantar outras variedades, como o rajado, conhecido como Light Specke e o feijão branco (alubia), que têm mercado certo.
O rajado está cotado em US$ 400 por t e o branco por US$ 700 a t. Está na hora de o Brasil começar a participar desse mercado e virar exportador de feijão, afirma Luders. O mundo tem pouco interesse pelo feijão carioca.
Os Estados Unidos, por exemplo, produzem nove variedades. Lá o produtor está preocupado com o que o mundo quer. Pesquisas já estão sendo feitas e precisam ser agilizadas para que tenhamos disponível sementes de outras variedades de feijão além das que descendem do carioca e preto, explicou o corretor.
Para se ter idéia sobre o mercado de outras variedades, o Pinto Beans é comercializado historicamente entre US$ 420,00 e US$ 450,00 por t FOB no porto americano. A Argentina já vem buscando esta especialização, tanto que é o maior exportador mundial de feijão alubia (branco) e o preço histórico varia de US$ 600,00 a US$ 700,00 a t. (V.C.)





