* Para ser considerada antiguidade são necessários dois requisitos básicos: possuir mais de 100 anos de existência e também ser uma raridade;

* Colecionar antiguidades é fazer uma viagem ao passado. A relação de objetos antigos e raros com a história é o que move muitos colecionadores;

* É importante sempre estar atento para não comprar um objeto falsificado como original. Para isso é preciso consultar colecionadores mais antigos antes de adquirir uma peça muito cara;

* Para o objeto ser valorado é importante identificar a sua origem e saber com detalhes a sua procedência;

* Os objetos de Arte Sacra são o grande filão dos colecionadores. São também os mais caros e chegam a custar até 500 mil dólares;

* O trabalho de restauração está intimamente atrelado ao ramo de antiguidades. Por isso muitos colecionadores também de dedicam a reconstituir peças antigas;

* Uma boa restauração deve aproveitar ao máximo as peças originais evitando a substituição por réplicas;

* A moda hoje são as restaurações customizadas como geladeiras, cadeiras de barbeiros antigas e poltronas de cinema com imagens personalizadas;

* A tendência é misturar a mobília de peças contemporâneos com antiguidades, porque quebra a monotonia do ambiente;

* Na hora de se desfazer de uma relíquia é importante consultar mais de uma casa de antiguidades. O valor do móvel ou peça de decoração pode ser bem maior que o oferecido pelo comprador;

* Os artigos mais procurados são louças, vasos, talheres, pratos, castiçais, radiolas, vitrolas entre outros objetos de menor volume;

* Viajar por outras cidades do interior em busca de relíquias é o segredo para encontrar peças diferentes e raridades;

Fontes: Eduardo Pinto (O Porão) e o colecionador Luciano Façanha.

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