Os estudos técnicos das possíveis fontes de suprimento do gasoduto na região Norte devem ficar prontos no próximo mês, segundo o presidente da Compagás, Antonio Fernando Krempel. As duas fontes priorizadas pela Companhia são o poço Mato Rico, em Pitanga, e uma extensão de Penápolis do gasoduto Bolívia-Brasil.
Krempel participa amanhã de uma reunião, às 20 horas, na Casa da Amizade do Rotary Club de Londrina para discutir a chegada do gás natural à região, prevista para o ano 2002.
Neste mês, a Compagás contratou o Serviço de Engenharia da Petrobras (Segen) e a Copel para fazer estudos técnicos e ambientais de quatro fontes em potencial. Além das duas prioritárias, também estão sendo consideradas um ramal do Bolíva-Brasil vindo de Doutor Ulisses e um de Telemâco Borba. O término do estudo ambiental está previsto para novembro. A Compagás investiu R$ 500 mil na contratação dos estudos, que têm o objetivo de acelerar a chegada do gás.
A empresa participa diretamente da construção da rede de distribuição, orçada entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões e que engloba 11 municípios. O EIA-Rima da rede já foi concluído e enviado ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Segundo Krempel, a Compagás apresentará amanhã o traçado final da rede de distribuição.

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