A segunda safra ou safrinha deverá apresentar um crescimento de 35% em área, passando de 2,25 milhões de ha cultivados na safra anterior para 3,0 milhões de ha na próxima safra. A FNP ressalta que a segunda safra historicamente tem a ameaça climática em maior intensidade. Dessa forma, considerando condições de clima ligeiramente estáveis, acredita-se que a produção deverá atingir por volta de 7,61 milhões de t. Isso representa um crescimento de aproximadamente 39%, em relação a safrinha anterior. Mas fica abaixo da previsão do governo.
O quadro de especulação sobre falta do grão em todo o país, certamente desenvolverá distintas reações no mercado brasileiro, que para este ano manterá tendência de alta. Nesse sentido, cabe aconselhar aos produtores agir como verdadeiros agentes comercializadores do grão, mas sempre tendo em mãos a ferramenta da venda parcelada do grão, que é uma estratégia de minimização dos riscos de mercado. Vale, pois, o conhecido refrão: ‘‘de grão em grão, a galinha enche o papo’’, brnica o analista Adriano José Timossi. Dessa forma pode-se garantir uma rentabilidade média da produção, tentando reparar as perdas do ano safra anterior, informa o analista.

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