O governo federal quer regularizar a atividade dos ‘sacoleiros’ na fronteria com o Paraguai. Para isso, decidiu elaborar um projeto que autoriza a criação de empresas voltadas exclusivamente para a compra de produtos no Paraguai e vendas diretas no varejo brasileiro. Essas empresas terão uma tributação diferenciada e não poderão ser distribuidoras no atacado. A intenção do governo é que essas empresas sejam incluídas num sistema tributário especial, parecido com o sistema simplificado. A princípio, o limite máximo de gastos por ano deve ser estipulado em R$ 120 mil. A alíquota a ser paga pelos ‘‘sacoleiros’’ ainda está sendo estudada pelo governo e será referente a seis impostos federais: IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados), II (Imposto de Importação), PIS, Cofins, IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido). No caso dos dois últimos, será feita uma estimativa da margem de lucro das empresas que ficarão nesse sistema tributário. O governo pretende também definir uma lista negativa com os produtos que não poderão ser importados pelos ‘‘sacoleiros’’, como armas de fogo, munições, cigarros e produtos que tenham origem brasileira. O projeto vai ser discutido com o Congresso Nacional.

Programa de Integração Social. É uma contribuição devida pelas pessoas jurídicas com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.

É o imposto que incide sobre todo o rendimento adquirido em um ano; é administrado pelo governo federal. Somente em dois casos não há necessidade de fazer nenhuma declaração: quem fez o CPF recentemente e no caso de declarações em conjunto. Mas atenção: quem constar de uma declaração de IR apenas como dependente, deve fazer a declaração de isento.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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