Candidatura no ranking
Por enquanto, os 27 segundos que tem direito no horário de televisão pelo PDT são suficientes apenas para Osmar Dias dizer, bem rápido: ‘‘eu sou o senador Osmar...’’ sem tempo nem para o Dias. Com o apoio do PP de Ricardo Barros, serão 2 minutos, suficientes para uma frase (com um xingo) contra o principal adversário.
Ainda é pouco mas já é um começo.

Conselho de irmão
O senador Álvaro Dias (PSDB) aconselhou Osmar a assumir a candidatura desde o começo do ano e levar em paralelo o problema nas pernas. Na opinião de Álvaro, com esta decisão, Osmar teria espaço garantido na mídia durante vários meses e, se no final, não conseguisse apoio suficiente, alegaria a questão da saúde como elemento principal da desistência.
E não passaria pelo desgaste da dúvida e da expectativa, como agora.

Nem tchum
Conselho dado, conselho não atendido.

Ofertas especiais
No caderninho de Osmar Dias estão todas as oferendas feitas pelo governador Requião nos últimos meses para que ele não saia candidato em outubro. Até agora são estas:
a) Osmar como candidato a vice de Requião na reeleição;
b) Vice agora e candidato ao governo em 2010 com apoio do PMDB;
c) Vice para assumir o Governo em 2009;
d) Coleção completa de figurinhas da Copa, inclusive com a seleção da Tunísia;
e) A adega completa dos vinhos da granja do Cangüiri;
f) Ofurô para banhar as pernas com um massagista japonês junto;
g) Uma boiada inteira, com ou sem botas;
h) Sessão espírita com a presença de Brizola;
i) Implantes (de qualquer tipo de cabelo) pra dedéu;
j) Réplica do Jaquetão Azul em tamanho natural;
k) Passagem (só de ida) para o Tocantins e
l) Passagem (só de volta e da Varig) de Brasília/Curitiba para o Álvaro Dias.

Sem Alckmin
Agora, falta de auto-estima tem mesmo estes tucanos que estão se entregando para o PMDB de Roberto Requião. Quando diz que quer, sim, o apoio do PSDB do Paraná mas não aceita o candidato a presidente, Geraldo Alckmin, o governador dá o recado mais velho do mundo ao grupo do Hermas Eurides, presidente da Assembléia:  ‘‘Tudo é permitido, menos beijar na boca’’.

Samek na campanha
O PT do Paraná diz que vai ficar no butuca no comportamento partidário, digamos assim, do diretor da Itaipu Binacional, Jorge Samek, para decidir se ele será ou não o coordenador da campanha do presidente Lula no Sul.
É puro jogo de cena. O que o amigo Lula decidir, Samek será. Queiram ou não queiram os companheiros da província.

No Valor Econômico
Deu no jornal ‘‘Valor Econômico’’: Empresas brasileiras descobriram o pequeno estado norte-americano de Delaware, no eixo entre Nova York e Washington, como um ‘‘paraíso fiscal’’ para driblar a Receita Federal brasileira e comprar títulos do governo, embolsando no ano 15% dos R$ 1 trilhão, sem pagar Imposto de Renda, como foi concedido recentemente pelo Ministério da Fazenda.

ALL participa
No pequeno estado norte-americano estão os chamados fundos de ‘‘private equity’’, que controlam companhias no Brasil. É o caso, por exemplo, de empresas da GP Investimentos, sócias na concessionária de ferrovias América Latina Logística, ALL. Uma outra sociedade, constituída com o Banco Pactual, que controla a Equatorial Energia, os fundos Hedge, como o Gávea, de Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, também executam operações via Delaware
A Receita Federal informou que tem observado o grande volume de negócios que transita por Delaware e que, no médio prazo, deve haver uma alteração na legislação para fechar essa brecha.

DALTÔNICAS

De chamegos
O adolescente pergunta para a adolescente:
‘‘O que você faz?’’
E ela responde, dengosa:
‘‘Sucesso’’.

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