O secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, José Hermeto Hoffmann, informou ontem que já foram sacrificados 752 animais expostos à febre aftosa no Estado. A doença está restrita à zona de emergência sanitária formada no noroeste gaúcho, disse Hoffmann. Nessa região já foram rastreadas 510 fazendas, entre 1.300, em busca de novas ocorrências.
O secretário disse que o número de propriedades com manifestação de aftosa subiu de 10 para 11. O governo gaúcho considera a existência de dois focos de aftosa no Estado, localizados nos municípios de Jóia e Eugênio de Castro, diferentemente do Ministério da Agricultura, que conta cada fazenda como um foco diferente. Hoffmann reuniu-se, no começo da tarde, com representantes das províncias argentinas de Formosa, Entre-Ríos e Corrientes, onde houve sorologia positiva de aftosa.

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