Curitiba - As cooperativas também estão se preparando para orientar o produtor na separação da soja modificada genticamente e vão designar silos e armazéns para diferenciar o produto da soja convencional. Elas manifestaram a intenção de cumprir a legislação de rotular os produtos industrializados com soja transgênica, conforme determina a lei de biossegurança.
Na Cocamar, onde 95% da soja recebida é industrializada, os produtos finais deverão ser rotulados, garantiu o superintendente Celso Carlos dos Santos Júnior. ''A comercialização será feita na forma da lei'', afirmou. O presidente da Coamo, José Aroldo Galassini, disse que a cooperativa vai acompanhar o mercado.
Galassini prevê que 20% da soja que será entregue na área de influência da Coamo, na próxima safra, deverá ser transgênica. O volume esperado pela cooperativa supera a média prevista no Estado, em função do plantio da semente ' maradona'', clandestina, na região. (V.C.)

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