A Rolls Royce pretende faturar US$ 1 bilhão por ano no País até 2004, negócios centrados nas oportunidades trazidas pela crise energética, abertura do mercado de petróleo e nas encomendas da Embraer. A empresa, que atua em 140 países, elegeu o Brasil como seu segundo principal mercado, atrás somente dos Estados Unidos. ‘‘O mercado norte-americano é muito importante para nós, mas o Brasil tem um grande potencial’’, disse ontem o principal executivo da Rolls-Royce, Ralph Robins, que integra a comitiva do primeiro-ministro britânico Tony Blair em sua visita ao País.
Robins informou que a empresa, a segunda maior fabricante de turbinas para aviação do mundo, tem contrato firme de fornecimento de 1,8 mil turbinas para a Embraer. O pacote faz parte de um total de 2,8 mil turbinas, para 1,4 mil aviões, das quais mil já foram entregues.
Também não comentou o parecer da Organização Mundial do Comércio (OMC) favorável ao Brasil na disputa entre Embraer e a canadense Bombardier, afirmando que não toma partido em questões políticas.

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