Curitiba - A taxa de desemprego registrada em julho na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) foi de 10,3%. Essa média vem se mantendo desde maio e é a terceira menor taxa do País. O índice nacional ficou na casa dos 12,8%. Em julho, o número de pessoas economicamente ativas desempregadas e em busca de uma vaga na RMC foi de 138 mil, 2 mil a mais que junho, o que significa um aumento de 1,5%. Destes 52,4% eram mulheres e 47,6% homens. Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quanto às pessoas empregadas, o número estimado é de 1,207 milhão de pessoas em julho, o que quer dizer 0,4% a mais que junho. Deste total de pessoas ocupadas, 73,8% eram empregados, 19,5% trabalhavam por conta própria e 6% eram empregadores. Dos que eram empregados, 49,5% tinham carteira assinada e 17% não. Já quanto aos que trabalhavam por conta própria, a diretora do Centro de Estatística do Ipardes, Sachiko Arake Lira, explica que não dá para saber quantos estavam na informalidade. No setor privado, o número de empregados com registro em carteira aumentou em 2,5% assim como também subiu o número dos sem registro em 3,8%. Já a renda mensal média das pessoas empregadas em julho, com base no INPC do IBGE, foi de R$ 789,60, 1,5% menor que junho.
A construção civil é a atividade que mais gerou postos de trabalho na RMC em julho, com uma alta de 6,5%. Em seguida vêm o comércio, a reparação de veículos automotivos e de objetos pessoais e domésticos e o comércio varejista de combustíveis com um acréscimo de 3,3%; e os serviços domésticos, com alta de 2,4%.

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