São Paulo - O risco-país brasileiro, segundo maior do mundo, atrás apenas do da Argentina, fechou ontem a 1.706 pontos após amenizar uma alta que chegou a ser superior durante o dia para 7,1% o encerramento. Já o C-Bond, principal título da dívida brasileira negociado no exterior, fechou com queda de 3,59%, a 57,12% do valor de face. Em duas semanas, o risco-país cresceu 600 pontos, ou 44%.
O Brasil tem desde anteontem o segundo maior risco-país do mundo, atrás apenas da Argentina (6.162 pontos). Atrás vêm Nigéria (1.654 pontos), Equador (1.525 pontos), Uruguai (1.259 pontos) e Venezuela (1.147 pontos). O risco é medido pelo índice Embi+ do banco JP Morgan.

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