Rio Grande do Sul mantém barreiras para argentinos
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terça-feira, 16 de setembro de 2003
Da Redação 
Porto Alegre O Ministério da Agricultura mantém as barreiras de controle e fiscalização sanitária de produtos animais nas cidades de fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina, mas está flexibilizando algumas exigências para a entrada de produtos de origem animal no Estado, como enlatados, leite UHT em caixa pasteurizado, couros, desde que salgados por 24 horas, lã submetida a banho de hidróxido, crinas e cerdas imersas por 24 horas em formol.
De acordo com o chefe do Serviço de Sanidade Animal do Ministério no Rio Grande do Sul, Hélio Pinto, a decisão foi tomada diante da garantia das autoridades sanitárias argentinas de que os focos da febre aftosa detectados na província de Salta no início do mês foram totalmente controlados. Os produtos de origem animal, entretanto, precisam ser submetidos a processos físico-químicos que eliminem a eventual existência do vírus. A entrada de animais vivos, carne com osso e maturada continua proibida .
Os veículos que entram no País, pelo Rio Grande do Sul, continuam passando pelo processo de desinfecção. Os veículos são pulverizados com iodo concentrado e as pessoas desinfetam os calçados nos pedilúvios.


