Arquivo FolhaParidadeSuharto, presidente da Indonésia: governo nega que abandonou idéia de fixar câmbio entre rupia e dólarOs operadores praticamente ignoraram a grande notícia do dia, ontem, de que a ONU e o Iraque chegaram a um acordo que pode acabar com a crise sobre as inspeções de armas do país, e se mostraram mais preocupados com os resultados locais dos mercados asiáticos. As bolsas da Coréia do Sul, Hong Kong, Taiwan e Cingapura operavam em alta, enquanto Malásia, Filipinas e Japão registravam quedas.
Em Seul, a procura por papéis sul-coreanos se manteve forte, o que impulsionou o índice da bolsa em 2,67%. Em Hong Kong, a expectativa de que a HSBC Holdings apresentaria um forte lucro em 97 elevou o Hang Seng, que terminou o pregão da manhã em alta de 1,60%. Taiwan encerrou os negócios em alta de 0,64%. A bolsa da Austrália teve ganhos de 0,38%.
No Japão, as críticas feitas pelos ministros de Finanças do G-8, que consideraram insuficientes as medidas para estimular a demanda no país, reduziu o interesse dos operadores pelos papéis locais e fez com que o índice Nikkei recuasse 0,88%.
O ministro de Finanças japonês, Hikaru Matsunaga, diz que os parceiros no G-8 ‘‘não entendem os esforços japoneses em toda sua extensão’’.
O ministro das Finanças da Indonésia, Mar’ie Muhammad, negou ontem que o presidente Suharto teria abandonado a idéia de fixar um sistema de paridade entre a rupia e o dólar. ‘‘O presidente pediu estudos para confirmar que o currency board será eficaz’’, disse.

mockup