RETROSPECTIVA
5 de setembro: Governo divulga preço mínimo para venda da Copel.
10 de setembro: A empresa Électricité de France (EDF) inicia a debandada dos grupos que se diziam interessados. Crise nos EUA espantou investidores.
17 de setembro: Folha descobre ação questionando a formação de uma sociedade entre Copel e Tradener, dando poderes a mesma para comercializar energia.
19 de outubro: Sai a primeira liminar suspendendo a venda. A decisão foi dada pela Justiça Federal.
22 de outubro: Lerner critica o pessimismo de Francisco Gros, do BNDES, e diz que venda da Copel é irreversível.
23 de outubro: Justiça do Paraná cancela contrato entre a Copel e a Tradener.
26 de outubro: Pela segunda vez, leilão é suspenso.
29 de outubro: Bolsa do Rio prepara forte esquema de segurança para bloquear manifestações populares.
30 de outubro: Fracassa a primeira tentativa do governo vender a Copel. Ninguém se habilitou ao leilão.(L.D.)





