Curitiba - A quantidade de material enviado para análise para confirmar a suspeita de febre aftosa no Paraná foi considerado insuficiente. O material foi enviado para o laboratório oficial do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, em Belém do Pará. Com isso, o resultado dos exames de febre aftosa dos animais que apresentaram suspeita da doença em quatro propriedades no Estado, deve ficar pronto somente no final da semana.
Na sexta-feira, foram coletados soro de sangue dos 19 animais suspeitos. Diante da insuficiência de material, o Ministério enviou outro tipo de material coletado por meio da raspagem do muco do esôfago dos animais. Trata-se de uma nova metodologia de exames, conhecida como ''Probang'', que não deixa margens à dúvidas.
Enquanto isso, o secretário de Agricultura Orlando Pessuti esteve ontem na Assembléia Legislativa justificando o procedimento preventivo que o Estado adotou em relação à suspeita de febre aftosa no Paraná.
Segundo Pessuti, 70 propriedades do Paraná estão sob a fiscalização da equipe de Defesa Sanitária (Defis) da Seab. Elas são vizinhas às propriedades interditadas ou receberam animais provenientes do Mato Grosso do Sul. Pessuti disse que oficialmente não foi informado da existência de novos locais suspeitos, além das quatro propriedades com animais que apresentaram sintomas da doença.(V.C.)

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