Resultados indicam retomada na economia
De maneira geral, os resultados comerciais apurados até agora são indicativos concretos de que a economia está vivendo um período de retomada, na opinião do ministro. ''Há uma certa síndrome de São Tomé nos mercados, mas os números confirmam as perspectivas de crescimento da economia. O crescimento de 25% das importações e das exportações demonstra que existe dinamismo no mercado interno'', ressaltou.
Para Furlan, o importante é perceber que, mesmo com o nervosismo vivido pelos mercados financeiros nas últimas semanas, o fluxo de comércio mundial continua subindo, e o Brasil não tem registrado comportamento diferente. ''É preciso parar de ver só o lado negativo das coisas'', defendeu. ''Está na hora da gente reconhecer que o País está crescendo.''
No próximo dia 16, o ministro, acompanhado de cerca de cem empresários brasileiros, desembarca em Xangai para uma nova rodada de aproximação com os chineses. Durante três dias, Furlan e sua comitiva vão tentar mostrar que o Brasil, além de fornecedor de matérias-primas como soja e minério de ferro, também produz bens de maior valor agregado que podem interessar ao gigante asiático.
Para preparar a visita, a Agência de Promoção de Exportações (Apex) encomendou um estudo que avalia o potencial para os produtos brasileiros de 13 setores no mercado chinês. Entre os produtos abordados, estão cosméticos, cerâmica, móveis, chocolates, equipamentos de transporte, sapatos e artigos de couro.





