Resultado reflete cenário econômico
Tradicionalmente os meses de agosto, setembro e outubro são os de maior atividade industrial, segundo o economista da Fiep Roberto Zurcher. No entanto, com o baixo nível de investimento na economia, a demanda interna menos robusta, as restrições no crédito e o baixo nível de confiança dos empresários na economia, esse período não tem sido bom para o setor industrial.
Ele prevê que a produção e o emprego na indústria continuem baixos até o final do ano. E, o setor só terá uma melhora em 2015 se houver algum programa para revitalizar a indústria, o que talvez traga uma recuperação do emprego só no segundo semestre do próximo ano.
Estados
Houve diminuição de contingente de trabalho em 13 dos 14 Estados pesquisados pelo IBGE na comparação anual. Foram registradas quedas em São Paulo (-4,7%), Paraná (-5,2%), Minas Gerais (-3,9%) e Rio Grande do Sul (-4,7%). Setorialmente, o pessoal ocupado recuou em 14 dos 18 ramos pesquisados, com destaques negativos para transporte (-7,8%), máquinas e equipamentos (-6,9%), produtos de metal (-8,4%), calçados e couro (-8,7%) e eletroeletrônicos (-7,2%). (A.B.)





